segunda-feira, 20 de outubro de 2008

E agora... A VIAGEM TODA DE NOVO, MAS DESTA VEZ COM FOTOS!

Primeiras impressões:











O charme do hotel em Moscovo, "with compliments"...
























...e nós a estudar os mapas, os guias e os mails com as dicas.
Em casa não houve tempo.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Os Casual Outfits




Acham que é preciso comentar?
Qualquer semelhança com os Goonnies, Cindy Lauper ou nós próprios (há 20 anos atrás!) é uma comparação possível ... deixo ao vosso gosto!!!






















As Noivas Russas

SIM, este é SEM DÚVIDA um tema que vale a pena ser individualizado e guardado para a posteridade.
Eu fiquei ... speachless ... as noivas russas são FEIAS, FOLEIRAS e BIMBAS (foleiras e bimbas serão sinónimos? Não importa ... é para que percebam MESMO o conceito!)
Tal como prometido aqui vou descrever o que é o fenómeno dos casamentos russos (para se quiserem fazer um, hum?!) ...

1. Haverá sempre um Hummer limousine (Branco) ou uma limousine comum (se algumas vez considerarem isto um carro comum!). Estas viaturas transportam os noivos e os padrinhos (cerca de 15 pessoas) a passear e a tirar fotografias junto aos principais monumentos das cidades. Como nós somos o turista que vai também aos principais monumentos das cidades, esta a razão para que tenhamos tido o prazer de ver cerca de 123 noivas durante os 9 dias que passeamos nas duas principais cidades da Rússia;

Esperem ... esqueci-me de referir que é essencial que estes carros sejam decorados com alianças gigantes no capot e tejadilho (óh p'ra mim com os termos técnicos todos!) decorados com flores de plástico ... como poderão comprovar pela foto abaixo ...


2. Outra imagem corrente é a dos noivos a tirarem uma fotografia com as pombas brancas da PAZ. World peace ... como se fossem as Miss Universo! Claro que como não há pombas brancas para uma tão grande quantidade de casamentos, as pombas servem os vários grupos presentes no momento ... ;-)


3. Os Padrinhos. Clássico mais clássico impossível! Esta é de ir às lágrimas ... o noivo com a madrinha ao colo e a noiva ao colo do padrinho. Por favor não deixem de raparar no outfit desta noiva que niclui umas botas brancas de crochet rendilhado e o vestido é uma imitação barata daquele que a Stephanie Seymour usou no teledisco do November Rain sabem? Pois ... não conseguiu!!!


E agora uma pequena descrição das toilettes ...

As Noivas: Usam os vestidos mais demodé (é assim que se escreve?) que eu já vi ... Estes modelitos nem são dignos da Burda (para quem não sabe esta é uma revista para fazer costura em casa), quanto mais de uma qualquer loja de vestidos. Não que eu seja uma especialista na matéria mas parece-me que o acrílico e o polyester adicionados de pepitas de plástico a imitar diamantes não SÃO GIROS, são? Os cabelos postiços e as unhas de gel também são presença constante ... enfim ... é ver para crer!

Os Noivos: A moda masculina dos noivos russos é o fatinho beije ou cinza claro, muito adequado aos 10º graus que se faziam sentir e à chuva, que é uma presença constante (excepto na semana em que nós fomos lá!).






segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Sábado, 27.Set.08

O último dia começa na véspera!
É sempre assim, não é?, os dias começam nos anteriores! :D Mas aqui o que eu quero dizer é que como íamos de comboio outra vez para Moscovo, começámos a sentir o "gostinho a último dia" logo na véspera, ainda sexta, ainda em São Petersburgo.

Depois da visita à casa do Dósto e do passeio pela fortaleza de São Pedro e Paulo, jantámos outra vez nos crepes do Blinnyy Domik que era o sem surpresas do BB (bom e barato) e ficámos a fazer tempo até ao comboiinho.
O comboiinho não tinha nada a ver com o primeiro :(
By the way, aqui ficam fotos do night train to Saint Petersburg que, por impossibilidades técnicas, não puderam ser publicadas no post respectivo.


Vêem?
Um luxo! Foi por isto que pagámos muito mais do que a Ana-amiga-da-Rita, mas ok, valeu a pena. Agora, o comboio do regresso.... olhem: onde aqui se vêem os plásticos rígidos tipo os dos aviões, imaginem madeira; onde aqui vêem lençóis e edredons, imaginem trapos rotos que ora faltam na cabeceira ora faltam nos pés; o colchão que aqui vêem, virou um colchão de palha, mais pequeno e com o desconforto que isso tudo implica; os cortinados beje e a alcatifa sóbria transformaram-se em reposteiros do século passado, com cornucópias e brocados, já para não falar do pior que foi a sensação de que ali se acumula pó de vários anos, fazendo dos tecidos verdadeiras incubadoras para espécies microscópicas em vias de extinção!

Olhem, foi um desalento tal que não tirámos mais do que estas duas fotos porque queremos guardar na memória o night train de ida e nem nos lembrarmos do de regresso!









Mas a pontualidade manteve-se: chegámos a Moscovo às 8h.
Como dominamos o metro, vá de arrastar maletes até à estação do Sheraton outra vez. A Su ia em sérias dificuldades e nós os três arriscámos a lambada bem acente, com as costas da mão! :)

Com as malas guardadas até que o transfer nos viesse buscar, fomos visitar o que nos ficou a faltar no início da semana: o mausoléu de Lenin.
Fotos não há porque têm um militar a cada cinco metros a mandar-nos calar e andar e, bem entendido, fotos nem pensar! Aliás, o John teve que ficar de fora com as malas e as máquinas porque não dava de maneira nenhuma (não era tipo Hermitage onde há uma distância enorme entre o "não dever" e o "não poder"! ;D).
Acima de tudo, eu acho que eles não deixam tirar fotos porque aquilo é mesmo uma macaquesa... Bom, eu também nunca vi outro homem embalsamado e se é assim que eles ficam, ok, calo-me já. Mas que parece um (mau) exemplar do Madame Tussauds, ah lá isso parece, amigos! Inclino-me a concordar com o rumor de que não será o verdadeiro senhor Lenin que ali descansa...

Pouco tempo para muito mais. Ao contrário dos outros dias todos em que tivémos sempre um sol radioso, o céu estava escuro e cinzento e chovia que se fartava, como se a Rússia estivesse triste por nós já nos irmos embora. E eu, e eu, que triste estava por deixar a minha Russinha! Big Macs com os últimos rublos que sobravam (e ainda andámos a catar do chão! Tantas moedas que encontrámos no chão, tantas... um fenómeno quase como o das noivas ou o da falta de capas nos saltos delas!), regresso ao hotel, transfer e Domodedovo outra vez.
:( Queremos mais!

domingo, 12 de outubro de 2008

A casa de Dostoiévski

No último dia em São Petersburgo já andavamos os 4 completamente lisos de rublos, mas, tipo, a contar os que restavam e a confrontar com as refeições que faltavam, hã?! Abaixo dos mínimos da pelintrice, completamente! :)
Ainda assim, não podia deixar de entrar chez Dósto - o b v i a m e n t e !















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Eu sei que já disse isto aqui e que me estou a repetir, mas foi mesmo uma sensação brutal, como se fosse visita daquela casa nos anos 80 de 1800, como se fosse amiga da família! É ser-se fã.
Ou isso ou senilidade precoce.





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Depois de visitar o apartamento 21 do 2º andar, ainda havia uma sala interactiva com um bombom para mim: as edições originais do Irmãos Karamazov,
d'O Idiota, dos Demónios

e do Crime e Castigo.

Quis roubá-los da vitrine e trazer pra casa, mas lembrei-me que estávamos na Rússia e que era melhor não facilitar, porque os tipos são certeiros!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

São Pedro e São Paulo

A Catedral de São Pedro e São Paulo fica dentro da fortaleza com o mesmo nome e numa ilhota do outro lado do Neva. No caminho para lá (tínhamos o dia todo! quase que se me íam explodindo os vasos capilares das pernas outra vez!), deparámo-nos outra vez com o fantástico espectáculo das noivas russas (está prometido pelo Saritão um post inteirinho dedicado às noivas russas).
O passeio foi dos bons, com o sol a ajudar, com as noivas a fazer rir, com o John a fazer chorar a rir, com esta maravilhosa vista ao chegar:






MAS O QU'É ISTO?!

Esta malta vem práqui apanhar banhos de sol? E de pé?! Oh valha-me Deus!!
Mais escandaloso ainda: têm uma praia com areia ali mesmo do outro lado da fortaleza!! :)) O giro da Catedral de São Pedro e Paulo é que estão lá os túmulos dos Romanov todos, incluindo a Catarina a Grande, de quem o Saritão ficou grande fã. Além disso, muitos dourados, muitos ícones, muita dose de imperialismo.

No regresso ainda démos por nós na Dostoevskaia, a minha praça favorita de São Petersburgo por razões óbvias (:p):

(aqui, escangalhada a rir com qualquer disparate que o John terá dito! Foi a constante das férias.)